Esta página é um desdobramento das discussões iniciadas na disciplina Política Científica e Tecnológica ofertada no Bacharelado Interdisciplinar em Ciências e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (BICT/UFRN). *o nome do blog foi baseado no livro de mesmo nome dos autores Paul Marshall, Lela Gilbert e Nina Shea.
terça-feira, 9 de junho de 2015
domingo, 3 de maio de 2015
Eis a questão!
Caros leitores, tendo o conhecimento
de que muitos que visitam a nossa página não são cristãos (este é
o nosso objetivo) achei necessário esclarecer, em rápidas palavras,
dúvidas para estes.
Quando falamos em “cristianismo”,
não se trata apenas de uma religião, mas de todas as pessoas que creem em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, desde católicos
romanos, ortodoxos e protestantes a denominações litúrgicas,
evangélicas e carismáticas, incluindo centenas de grupos menores e
menos conhecidos. Este grupo religioso é o mais perseguido do
planeta, segundo diversas fontes tais como Portas Abertas, Vaticano,
Pew Research Center e publicações como Commentary, Newsweek e
Economist.
Outro
esclarecimento, que entendo ser necessário é com respeito a nós
cristãos confessarmos nossa fé em Cristo. Bem, para todos aqueles
que não conhecem e não vivem o Cristianismo, parece irracional não
negar a fé diante de uma situação de “vida ou morte” ou em um
país que persegue os cristãos. Todavia, a nossa realidade é que
manter-se fiel a Deus e honrá-lo em todas as circunstâncias é mais
importante que qualquer outra coisa, e o nosso amor por Ele, supera
todas as coisas, inclusive o nosso amor próprio.
Contudo,
a questão a ser discutida não é “por que não negar a fé?”. A
questão aqui é que ninguém deve ser morto por uma diferença
religiosa, por um estilo de vida e por ser diferente. Não se pode
sugerir que a solução seja deixar o Cristianismo. Isto é
inaceitável. Falamos aqui de muitos direitos humanos que são,
praticamente, “jogados no lixo”. E é isso que deve ser
discutido.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Por que tamanha perseguição ?
Analisando a história do
Cristianismo, notamos que desde os primórdios houve perseguição aos que
professam sua fé em Cristo. O próprio Mestre e modelo dos cristãos, Jesus de Nazaré, foi
perseguido e crucificado. Alguns anos depois, Pedro, discípulo fiel do Nazareno,
foi também perseguido e morreu crucificado de cabeça para baixo. Saulo de
Tarso, um homem poderoso na época do Império Romano, que perseguia cristãos,
após sua conversão ao Cristianismo, através da qual ficou
conhecido como o Apóstolo Paulo, propagador do Evangelho, foi mais uma vítima
dessas atrocidades. Esses casos, de três personagens muito importantes na
história cristã, mostram que o Cristianismo sofreu grande perseguição desde o seu
nascimento. E se analisarmos o mundo contemporâneo, essa perseguição continua.
Com uma rápida pesquisa na internet vemos que
a intolerância com os cristãos continua presente na sociedade. Dados e imagens mostram que essas
perseguições não vêm diminuindo, pelo contrário, estão aumentando.
"A organização internacional Portas
Abertas que
mapeia esse problema publicou a lista dos países em que os cristãos foram mais perseguidos
em 2011. Encabeçada pela Coreia do Norte, a lista revela, que os maiores algozes do cristianismo têm sido os países
islâmicos. Somente dois países latinoamericanos figuram na
lista: Colômbia e Cuba, por razões de múltiplas ordens.''
Dos 25 países que mais perseguem os cristãos,
18 são muçulmanos. O confronto entre a moral e a espiritualidade cristã e a
islâmica, causam insegurança
e alimentam ódios que
desembocam em práticas violentas. Acreditam que a melhor maneira de
se defender é atacando, e atacam os cristãos, sua igreja e sua religião. Algo
muito parecido com o motivo das perseguições que ocorriam há 2000 anos atrás,
quando o Império Romano temia o crescimento das pessoas que professavam a fé em
Jesus de Nazaré. O
agravamento do ódio contra cristãos por parte dos adeptos do islamismo gera
discursos como: se quiserem
continuar morando nos países islâmicos, devem pagar o tributo, converter-se ao
islã ou deixar o
país.
O mundo deve, cada vez mais, abrir os olhos
para esses casos. Até quando pessoas morrerão por sua fé? Seja de qualquer
religião, qualquer deus que as pessoas crerem, a intolerância não deve jamais
prevalecer. Um mandamento cristão fica para o mundo, com intuito de acabar
tamanha crueldade: Amar o próximo como a ti mesmo, inclusive seus inimigos.
Acredito que se todos tivessem esse pensamento, o mundo seria mais tolerante.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Questionamento ao Público
Caros leitores, gostaríamos de conhecer a opinião de vocês, portanto fazemos um questionamento: "Coloque-se no lugar de um Cristão, que não abre mão da sua crença e que vive em um país que infringe constantemente os direitos humanos e usa de brutalidade para reprimir o Cristianismo. Como você se sentiria e de que maneira reagiria ao ver um familiar seu sendo preso por portar em sua casa uma Bíblia?"
E a comoção por Estes?
De início, gostaria de mostrar um outro ponto de vista deste tema. Quando falamos no Cristianismo, além de termos religiões, temos um estilo de vida, o qual não viola nenhum direito humano e não prejudica as pessoas que são contrárias aos seus preceitos, visto que o Cristianismo se fundamenta em Deus e nos ensinamentos da Bíblia Sagrada, a qual tem por base atos de amor e justiça.
Então pense bem, se um homossexual fosse morto por conta do seu estilo de vida, mesmo sem ter feito mal à outra pessoa, ou se uma mulher fosse morta apenas por ser mulher, isto não te traria uma imensa indignação? Ainda mais quando a morte ocorre de forma tão brutal e injusta, violando os direitos humanos sem nenhuma explicação plausível. Estou apenas mostrando que nem a mídia, nem a população tem se sensibilizado com a perseguição, a intolerância e os abusos que estas pessoas têm sofrido, em grande e significante número, ao redor do mundo.
Uma mulher de uns 40 anos que vivia numa cidade da província de Pyongan Norte, Coreia do Norte, foi pega com uma Bíblia em sua casa. Ela foi expulsa da própria casa. Um oficial do exército chegou e passou a viver ali. A mulher foi executada publicamente na eira de uma fazenda. Os guardas amarraram a cabeça, o peito e as pernas a um poste e a mataram a tiros. Isso aconteceu em setembro de 2005.
Na Nigéria, cristãos sobreviventes ainda sentem o cheiro da fumaça e carne queimada em seu vilarejo. Pelo menos onze morreram queimados e mais de vinte foram gravemente feridos após terroristas bombardearem uma igreja no início de 2012. Nestes dois casos citados vemos exemplos do que acontece, constantemente, ao redor do mundo.
Os relatos dos ataques aqui citados foram extraídos do livro "PERSEGUIDOS o ataque global aos cristãos".
Brincadeira de criança
A Coreia do Norte é o lugar mais difícil do mundo para um cristão praticar sua fé, segundo a Classificação da Perseguição Religiosa. Considerada hoje a nação mais fechada do mundo por suas políticas de isolamento, na Coreia do Norte servir a Deus custa um alto preço. Os cristãos na Coreia do Norte são proibidos de professar sua fé abertamente e forçados a viver em segredo. Uma pessoa descoberta em atividade religiosa está sujeita a detenção, ser enviada a campos de trabalho forçado (onde cerca de 50 a 70 mil cristãos estão presos), desaparecimento, tortura e até mesmo execução pública.
Famílias são desfeitas, crianças são separadas de suas famílias apenas por ter uma bíblia em sua casa. Veremos agora um relato real de uma senhora da Coreia do Norte que mostra como um jogo aparentemente inocente pode ter consequências trágicas.
“Quando eu era bem jovem, minha professora disse que faríamos um jogo divertido. Ela nos falou de um livro especial que nossos pais poderiam estar escondendo em casa. Deveríamos esperar que eles dormissem, procurar o livro pela casa e, depois, trazê-lo secretamente à escola na manhã seguinte para recebermos uma recompensa.
Voltei para casa e , imediatamente, comecei a procurar pelo livro. No dia seguinte, fui uma das quatorze crianças da minha classe que levaram o livro preto para a escola. Recebemos medalhas vermelhas e todos os alunos aplaudiram enquanto desfilávamos pela escola.
Ao final da aula, corri para casa querendo contar à minha mãe que eu havia ganhado uma medalha. Mas ela não estava em casa nem no celeiro trabalhando. Esperei por horas, mas nem ela nem meu pai apareceram em casa, e fiquei com muito medo.
Eu estava com fome, pois já era noite. Fiquei apavorada, mas mesmo assim acabei dormindo numa cadeira. Na manhã seguinte, policiais vieram e me informaram de que agora eu estava debaixo da custódia do governo. Eu nunca mais vi meus pais ou tive notícias deles.”
Relato extraído do livro Loucos por Jesus
Visão Geral
Este blog é uma produção de três jovens cristãos de diferentes denominações, porém com intuito principal de mostrar, divulgar e esclarecer o caso da perseguição mundial aos cristãos, além de conscientizar todo ser humano a agir em favor do seu próximo. Relatamos aqui casos verídicos e documentados sobre a intolerância infligida aos cristãos por professarem sua fé em Cristo. Teremos um enfoque na defesa e na divulgação dos direitos humanos e não somente de um grupo religioso específico.
Há uma carência de informações pertinentes acerca deste assunto na mídia geral, por isso vemos a necessidade de enfatizar que isto não é apenas algo ocorrido no passado, nos tempos do império Romano ou do período nazista, nem algo recente na história.
Atualmente, mais cristãos são mortos por causa da fé em Jesus do que no auge das piores perseguições do império Romano. A Enciclopédia Cristã Mundial afirma que, só em 1998, mais de 156 mil cristãos foram martirizados no mundo. Estima-se que 164 mil foram executados em 1999. Quase 170 mil perderam a vida em 2000 e, em 2005, mais de 200 mil foram mortos. Aproximadamente 550 cristãos são assassinados todo dia ao redor do mundo. Isso equivale a um cristão morto a cada 3 minutos.
E esses números não contabilizam os milhares que todos os dias são perseguidos, têm seus bens confiscados, são separados da família, aprisionados e torturados, mas que não chegam a ser mortos por sua fé. Algo impensável para nós brasileiros que vivemos no Ocidente moderno e temos “liberdade religiosa”, mas que não impede que isso ocorra também no Brasil, contudo em menor número e de outras formas.
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